O recente acordo entre a União Europeia e a Índia poderá desbloquear inovação e escala no armazenamento de energia, escreve Eugene Beh, CEO da Quino Energy.
Porque é importante: Prepare-se para opções de armazenamento em bateria mais baratas e disponíveis que irão transformar as propostas aos clientes.
Porque é que Isto é Importante para os Instaladores Solares Europeus
Este acordo não é apenas uma notícia diplomática — está prestes a mudar o que pode oferecer aos seus clientes. A enorme capacidade de fabrico da Índia para baterias de iões de lítio e baterias de fluxo emergentes poderá finalmente reduzir os teimosamente elevados custos de armazenamento que têm travado a adoção do solar mais armazenamento na Europa. Os instaladores que lutam com prazos de entrega de 6 a 8 meses para sistemas de baterias de qualidade poderão em breve ver esse prazo reduzido para metade.
Contexto e Implicações de Mercado
A Europa tem estado dividida entre as suas ambições de armazenamento e a sua dependência das cadeias de abastecimento chinesas. Este pivot para a Índia cria uma alternativa estratégica precisamente quando o Ato da Indústria de Emissões Zero da UE pressiona por maior segurança energética. É provável que vejamos dois efeitos imediatos: (1) o aumento da concorrência a fazer baixar os preços das baterias em 15-25% no prazo de 18 meses, e (2) ciclos de inovação mais rápidos à medida que a I&D indiana em baterias de fluxo e tecnologia de sódio-ião entra nos mercados europeus.
O que as Empresas Solares Devem Acompanhar
Acompanhe de perto estes desenvolvimentos:
Este poderá ser o avanço que finalmente fará do solar mais armazenamento a opção predefinida, e não a opção premium, para os proprietários de habitação europeus.