Nova Orleães é particularmente vulnerável a falhas de energia durante condições meteorológicas extremas. Mas a cidade planeia resolver esse problema ajudando os residentes a adquirir baterias de reserva, o que tornará a rede mais resiliente.
Porque é que isto importa: Mude a sua estratégia de vendas da instalação de hardware para a venda de ativos energéticos integrados na rede e geradores de receita.
A transição da gestão de ativos passiva para a ativa
O modelo de Nova Orleães de incentivar o armazenamento em baterias residenciais para criar uma Central Elétrica Virtual (VPP) à escala da cidade é um modelo para a próxima fase da transição energética europeia. Para os instaladores, isto marca uma mudança fundamental: já não está apenas a vender uma instalação de hardware; está a vender a participação numa rede energética descentralizada e geradora de receitas.
Porque é que isto é importante para o seu negócio:
Contexto de Mercado: A infraestrutura da rede europeia está a envelhecer e a afluência de energias renováveis intermitentes exige uma flexibilidade massiva. Enquanto os EUA testam estes modelos em zonas propensas a furacões, a Europa fá-lo através da volatilidade dos preços. A convergência é clara: a rede precisa de armazenamento residencial para funcionar, e o modelo de escala industrial está a tornar-se demasiado lento para ser implementado.
Conselhos Práticos: Deixe de vender 'solar mais armazenamento' como uma unidade estática. Comece a vender 'resiliência energética ligada à rede'. Precisa de se sentir confortável a discutir a interoperabilidade de software e a compatibilidade com VPP junto dos seus fornecedores de hardware. Os instaladores que conquistarem quota de mercado nos próximos três anos serão aqueles que conseguirem ajudar os proprietários a rentabilizar a sua capacidade de armazenamento ociosa durante eventos de pico de procura. Se o seu portefólio de produtos atual não está 'pronto para VPP', já está atrasado em relação à concorrência.