A Índia garantiu o terceiro lugar a nível mundial em capacidade de energia renovável, demonstrando um crescimento significativo nos setores solar e eólico.
Por que é que isto importa: Diversifique a sua cadeia de abastecimento agora para evitar a pressão global sobre o hardware criada pela enorme procura dos mercados emergentes.
Mudanças globais, impactos locais
Embora a ascensão da Índia ao terceiro lugar na capacidade global de energia renovável pareça distante do dia a dia de um instalador europeu, esta sinaliza uma mudança massiva na cadeia de abastecimento global. À medida que a Índia aumenta a sua capacidade de fabrico interno e de projetos, compete cada vez mais pelos mesmos componentes a montante — inversores, estruturas de montagem e silício especializado — dos quais as empresas europeias dependem.
Por que é que isto importa para os instaladores da UE
Volatilidade da cadeia de abastecimento: Quando um mercado importante como o da Índia prioriza uma implementação interna agressiva, os custos globais de aprovisionamento flutuam frequentemente. Os instaladores europeus devem afastar-se dos modelos de inventário 'just-in-time' e construir relações mais profundas com múltiplos fornecedores para evitar serem deixados de lado por projetos internacionais de maior dimensão e apoiados pelo Estado.
Implicações estratégicas
A lição principal aqui é a resiliência através da diversificação. Se depende de um único fabricante ou de um único nível de hardware, o seu negócio está vulnerável a estas mudanças macroeconómicas. Os instaladores europeus mais astutos estão agora a focar-se em modelos de 'energia como serviço' em vez de apenas na instalação de hardware. Ao mudar a proposta de valor para a gestão de energia a longo prazo e a otimização do armazenamento, isola o seu negócio da volatilidade de preços dos painéis e inversores. Esteja atento à forma como os investimentos da Índia em infraestruturas de transmissão espelham as necessidades de 'modernização da rede' na Europa; as soluções tecnológicas e de software desenvolvidas para a estabilidade da sua rede tornar-se-ão, provavelmente, as referências para as nossas próprias redes de energia distribuída nos próximos anos.