O projeto, parte de uma iniciativa mais vasta, apoia o emprego local e utiliza uma abordagem de "Agri-Solar" para combinar a agricultura com a produção de energia, reforçando a sustentabilidade e a segurança alimentar.
Por que é importante: Adote estratégias de Agri-Solar de uso duplo para contornar os estrangulamentos no licenciamento de uso do solo e garantir o apoio local para os seus projetos.
Porque devem os instaladores europeus interessar-se pelo Agri-Solar
Embora o projeto de Pangasinan se situe nas Filipinas, a filosofia central do Agri-Solar está a tornar-se uma alavanca crítica para os instaladores europeus que enfrentam resistência quanto ao uso do solo. Sendo o terreno agrícola um ponto de conflito no licenciamento na UE, integrar a energia fotovoltaica com a agricultura — em vez de a substituir — já não é um conceito de nicho; é uma necessidade para a aprovação de projetos.
Contexto de mercado e implicações
A Europa assiste atualmente a uma mudança em que os municípios exigem estratégias de uso duplo do solo. Os promotores que conseguem provar que um local mantém ou aumenta a produção agrícola estão a contornar o estigma tradicional de 'apropriação de terras'. Em países como a Alemanha, França e Itália, a capacidade de oferecer uma solução Agri-Solar é, cada vez mais, a diferença entre um licenciamento bloqueado e um projeto pronto a avançar. Transforma, efetivamente, um potencial opositor (a comunidade agrícola local) num parceiro interessado.
O que as empresas do setor solar devem observar
Deixe de ver o solo como uma escolha binária entre comida e energia. As empresas que dominarem a integração destes dois setores irão dominar a próxima década da implementação de projetos solares de grande escala na Europa.