O setor de energia solar fotovoltaica em telhados da Índia irá reforçar a sua mão de obra através de uma parceria entre a Deakin University e o Smart Energy Council. Irão desenvolver programas de formação personalizados para colmatar a escassez de técnicos e implementar currículos normalizados.
Por que é importante: Pare de esperar por certificações europeias normalizadas; crie a sua própria formação interna para contornar os estrangulamentos laborais regionais.
A brutal realidade da arbitragem laboral global
Sejamos honestos: as notícias sobre o desenvolvimento da mão de obra na Índia são, essencialmente, ruído de fundo para um instalador alemão que luta contra uma taxa de vacatura de 30% na Saxónia, ou para uma empresa holandesa que espera seis meses por técnicos certificados para ligação à rede. Embora a Deakin University e o Smart Energy Council estejam a realizar um trabalho nobre, isto não altera a realidade do seu negócio.
A verdadeira lição: a normalização é uma tática de sobrevivência
O problema central aqui não é a Índia; é a normalização dos currículos. Na Europa, a fragmentação dos organismos nacionais de certificação é um entrave silencioso à rentabilidade. Quando o seu aprendiz da Polónia precisa de uma certificação separada e não transferível para trabalhar num telhado comercial na Baviera, em comparação com uma instalação residencial em França, está a perder dinheiro devido ao excesso de burocracia administrativa.
Se ainda depende de eletricistas certificados pelo governo para realizar a montagem mecânica básica, está a desperdiçar dinheiro. Crie um módulo de formação interno que separe a "mão de obra mecânica" do "trabalho elétrico de ligação à rede". É a única forma de aumentar a sua velocidade de instalação sem esperar que as engrenagens lentas de Bruxelas ou as câmaras de comércio locais acompanhem a procura atual do mercado.