A Greenvolt Next e a Molinos Afau assinaram um acordo de venda de energia para a implementação de uma central fotovoltaica que inclui a integração de tecnologia de baterias híbridas com funções de alimentação ininterrupta.
Por que é importante: Os clientes industriais exigem agora energia ininterrupta; se a sua proposta não incluir uma integração BESS, nem sequer será considerada para a indústria pesada.
A viragem para o híbrido
Estamos finalmente a deixar para trás a era do 'apenas solar' no setor C&I espanhol. Ao combinar 707 kW de fotovoltaico com 1,3 MW de BESS, a Greenvolt Next não está apenas a vender eletrões; está a vender disponibilidade. Para uma unidade industrial de forragens em Aragão, onde a estabilidade da rede e o 'peak-shaving' (corte de picos) fazem a diferença entre um turno rentável e um disjuntor disparado, este é o novo patamar de referência para os contratos de energia industrial.
Por que razão os cálculos mudam
Esqueça os tempos em que bastava instalar painéis num telhado e ir embora. Quando lidamos com 1,3 MW de armazenamento, estamos, na verdade, a gerir uma micro-utilidade. Se não está atualmente a estabelecer parcerias com empresas capazes de lidar com a vertente de EMS — seja o Data Manager da SMA ou uma solução personalizada — está a deixar escapar os contratos de manutenção de longo prazo e margens elevadas para que grandes players como a Greenvolt os capturem.