O contrato indica a implementação de uma comunidade de energia. Além disso, toda a energia excedente adicional será canalizada para um sistema de bateria virtual.
Porque é que isto importa: Os PPAs municipais estão a passar de simples instalações solares para uma gestão de energia intensiva em software; aprenda a vender EMS ou ficará para trás.
A mudança municipal: De consumidor passivo a centro de prosumidores
O concurso de 6 milhões de euros de Bigastro não é apenas mais um projeto de obras públicas; é uma lição magistral sobre como os municípios europeus de média dimensão estão a contornar os modelos tradicionais das empresas de serviços públicos. Ao estabelecer um PPA de 16 anos, a cidade está a estabilizar eficazmente os seus custos energéticos, forçando simultaneamente a integração de sistemas de baterias virtuais para absorver os inevitáveis picos solares do meio-dia.
Porque é que isto é importante para o seu pipeline C&I
Para aqueles que visam o setor C&I (Comercial e Industrial) em Espanha ou no sul da Europa, este é o vosso novo manual de vendas. Parem de vender apenas painéis fotovoltaicos simples. Comecem a vender gestão de energia como um serviço. Quando um município ou um grande complexo industrial exige a integração de uma 'bateria virtual', estão essencialmente a pedir uma camada definida por software sobre o seu hardware. Se é um instalador que não consegue falar sobre integração de API com armazenamento virtual do lado da rede, está a perder dinheiro.
Observem o modelo de Bigastro: estão a utilizar o PPA para financiar a infraestrutura. Se conseguir ajudar um cliente privado a replicar isto através de uma estrutura de comunidade de autoconsumo utilizando fundos NextGenerationEU, não será apenas um instalador — será o seu consultor energético. E é aí que reside a verdadeira receita.