Uma nova métrica para avaliar os custos totais do sistema situa o custo mínimo de um sistema híbrido de energia eólica offshore e solar em cerca de 46 €/MWh, menos de metade do custo equivalente da energia nuclear nas mesmas condições, segundo investigadores disseram à pv magazine.
Porque é que isto importa: Pare de vender painéis; comece a vender a economia de sistemas híbridos que faz com que a energia nuclear pareça uma relíquia de custo elevado.
A armadilha do LCOE vs. Custo do Sistema
Discutimos o LCOE durante uma década, mas este estudo traz finalmente a conversa para onde ela deve estar: Custo Total do Sistema. Se ainda está a vender fotovoltaico com base no custo nivelado dos seus módulos, está a perder a mudança. O setor está a mover-se para a precificação baseada no 'valor do sistema', e a energia nuclear — com as suas despesas de capital infindáveis e prazos de execução de uma década — está a falhar no teste da folha de cálculo.
Para o instalador ou EPC europeu, isto não é apenas académico. É um roteiro para a sua próxima proposta de C&I:
Pare de falar sobre a degradação dos painéis a 25 anos como o seu principal argumento de venda. Comece a falar sobre o Custo Integrado do Sistema. Os clientes no setor industrial — pense em fábricas químicas alemãs ou centros logísticos holandeses — estão aterrorizados com a volatilidade dos preços de pico. Se conseguir provar que a sua solução híbrida oferece uma proteção contra os preços próximos dos 100 €/MWh da energia nuclear, deixa de ser um instalador de produtos e passa a ser um parceiro de infraestrutura energética. A matemática está do seu lado; não deixe que as empresas de serviços públicos tradicionais a enterrem em complexidade.