40,5 kWp destinam-se a pessoas e estabelecimentos aderentes à associação, enquanto 4,5 kWp ficam atribuídos à Câmara Municipal.
Por que é importante: As entidades públicas estão a exigir energia solar partilhada pela comunidade; se não conseguir gerir a repartição administrativa, a concorrência ficará com o contrato.
Pequena escala, grande dor de cabeça
Sejamos honestos: um telhado escolar de 45kWp em Manzanares El Real não altera o panorama dos gigawatts em desenvolvimento em Espanha. Mas se pensa que esta é apenas uma história local inspiradora, está a ignorar a mudança no clima regulamentar. Em toda a UE, as 'Comunidades de Energia' estão a passar de experiências de nicho para um requisito padrão nos concursos públicos.
A armadilha oculta do instalador
Para a empresa que realizou esta instalação, a margem não está no equipamento — está na dor de cabeça da gestão administrativa. Gerir mais de 40 participantes individuais num regime de autoconsumo coletivo exige uma integração de software robusta para a faturação da rede, que é onde a maioria dos instaladores perde dinheiro.
O Veredito
Se é um instalador de média dimensão em Espanha, este projeto é o seu modelo. Não olhe para a dimensão de 45kW; olhe para o modelo de propriedade. As empresas vencedoras em 2025 não serão apenas aquelas com os melhores preços de aquisição em módulos Jinko; serão aquelas que conseguirem oferecer um pacote 'chave na mão' de Gestão Comunitária que trate da complexa repartição da produção de energia de acordo com o Real Decreto 244/2019. Escale isto e deixará de perseguir trabalhos residenciais pontuais para começar a construir fluxos de receita recorrentes com as autarquias locais.