A Câmara Municipal de Deba e a TEK Deba-Itziar iniciam a fase de exploração de uma infraestrutura de 286 módulos e 857 m2 de superfície útil orientada para 193 pontos de fornecimento.
Por que é importante: A energia solar comunitária de pequena escala está a tornar-se uma prioridade municipal; aprenda o software de faturação ou perderá o seu lugar à mesa do governo local.
A armadilha dos 500 metros
À primeira vista, 128kWp numa localidade basca parece um valor residual. Mas, para um instalador, Deba-Itziar representa a mudança de 'vender equipamento' para 'vender infraestrutura energética'. A verdadeira história aqui não é o número de módulos; é a ginástica jurídica de gerir 193 pontos de fornecimento ao abrigo da regulamentação de autoconsumo coletivo em Espanha.
Por que isto é importante para o seu pipeline
As contas aqui são precisas: frações de 0,5kW para 193 utilizadores significam um risco de exportação quase nulo. Se ainda se limita a licitações de instalações residenciais de 10kW, está a perder a mudança em direção à agregação comunitária. Em províncias como Gipuzkoa, onde o apoio administrativo às Comunidades Energéticas é elevado, a barreira à entrada não é o capital — é a capacidade de navegar na complexa integração de faturação entre a empresa de energia (Iberdrola/Naturgy) e o utilizador final. Se a sua empresa conseguir gerir a vertente de software do reparto de energía (repartição de energia), será o parceiro preferencial de qualquer município na região.