Uma subvenção inicial de quase 300.000 dólares irá impulsionar uma forma de energia geotérmica de bairro capaz de aquecer, arrefecer e fornecer água quente a habitações.
Por que é importante: Não altere o seu negócio com base num título de 300 mil dólares; mantenha-se no solar e nas bombas de calor, a menos que queira tornar-se um empreiteiro de perfuração.
A Síndrome do Objeto Brilhante
Sempre que um projeto-piloto de energia geotérmica numa pequena localidade chega às notícias, a câmara de eco do LinkedIn começa a gritar sobre a 'morte das bombas de calor' ou a 'próxima grande novidade' na energia residencial. Vamos ser realistas: para um instalador europeu que tenta manter margens acima dos 15% num mercado saturado, isto é apenas ruído. Não vai estar a perfurar poços nos quintais dos seus clientes amanhã.
O Choque de Realidade
Já vimos este filme antes com o hidrogénio. Todos querem falar sobre o 'divisor de águas' enquanto ignoram o facto de que um sistema residencial padrão de 10kWp fotovoltaico + 10kWh de armazenamento (BESS) continua a ser a forma mais eficiente de reduzir a fatura energética de um cliente. Se é proprietário de uma empresa, pare de perseguir projetos de I&D financiados por subvenções que levam cinco anos a provar o retorno do investimento. Mantenha-se na tecnologia onde a cadeia de abastecimento realmente existe. Se o seu cliente perguntar sobre geotermia, diga-lhe para isolar o sótão e instalar uma bomba de calor ar-água com um COP elevado. É mais barato, mais rápido e, o mais importante, é uma instalação que consegue realmente concluir em três dias.