A Recurrent Energy Australia obteve a aprovação de ligação à rede ao abrigo da cláusula 5.3.4 das National Electricity Rules por parte do Australian Energy Market Operator (AEMO) para o seu Sundown Energy Park.
Porque é que isto importa: A aprovação da rede já não é um marco — é um estrangulamento que pode levar o seu projeto à falência se não incluir o custo da tecnologia de formação de rede na sua proposta inicial.
A armadilha da aprovação
Não se deixe enganar pelo título. Embora a celebração da Recurrent Energy (uma subsidiária da Canadian Solar) por uma ligação à rede 5.3.4 na Austrália pareça uma vitória, é um lembrete sombrio das areias movediças burocráticas que enfrentamos na Europa. O processo 'rigoroso' da AEMO é, essencialmente, a versão antípoda dos pesadelos de congestionamento da rede que atualmente estrangulam o processo de Netzanschluss na Alemanha.
Porque é que isto não é uma vitória para si
Se é um EPC ou um promotor na UE, pare de olhar para os prazos de ligação à rede australianos como uma referência. Eis a realidade do panorama:
A lição não é que a Recurrent está a ganhar; é que a ligação é o novo hardware. Se a sua equipa de desenvolvimento de projetos não está a contabilizar um tempo de espera de 24 meses para a rede e uma contingência orçamental de 15% para equipamento de reforço da rede, como STATCOMs ou equilíbrio de BESS, está a construir uma peça de arte cara, e não uma central elétrica.