Indore inaugurou uma central solar de 60 MW em Jalud, desenvolvida pela Rays Power Infra Limited, ao abrigo do Ministério das Energias Novas e Renováveis.
Por que é importante: Guarde a sua atenção para as mudanças regulamentares locais; este projeto indiano não o ajudará a lidar com a crise da rede europeia ou com a compressão das margens.
A dura verdade sobre as notícias solares globais
Sejamos diretos: um projeto de 60 MW em Madhya Pradesh, embora seja uma boa vitória para o orçamento municipal de Indore, é irrelevante para um profissional do setor solar europeu. A menos que esteja atualmente a adquirir componentes à Rays Power Infra ou a operar no subcontinente indiano, este título não oferece qualquer informação útil para a sua estratégia do terceiro trimestre.
A verdadeira divergência
Enquanto Indore celebra um investimento de 271 crore de rupias, o mercado europeu debate-se atualmente com o Regulamento Indústria de Impacto Zero (NZIA) e com a realidade brutal da canibalização de preços durante as horas de pico solar. Os motores económicos aqui são fundamentalmente diferentes:
Se vir um resumo de um projeto de 60 MW e tentar aplicar lições ao seu negócio de instalações em telhados na Baviera ou a um projeto de escala industrial em Portugal, pare. O panorama regulamentar, os custos laborais e os obstáculos à integração na rede não são comparáveis. Guarde a sua energia mental para os próximos resultados dos leilões solares europeus e para o impacto específico da Carta Solar Europeia na sua cadeia de abastecimento local. Um projeto em Jalud é um lembrete de que o mundo está a instalar capacidade a velocidades recorde, mas isso não o ajudará a escoar o seu inventário atual de inversores de fabrico chinês em excesso ou a navegar nas crescentes filas de espera para interligação nos Países Baixos.