A ACWA Power assinou um Contrato de Compra de Energia (PPA) no valor de 11,5 mil milhões de SAR para a expansão da Central Elétrica Independente Rabigh 2, na Arábia Saudita. Este projeto, com uma capacidade de 2.313,5 megawatts e preparado para a futura captura de carbono, visa reforçar a infraestrutura elétrica, a fiabilidade e apoiar os objetivos de transição energética do Reino, alinhados com a Saudi Vision 2030.
Por que é importante: Trata-se de um negócio de energia a gás, não de energia solar; guarde o seu foco para as margens de BESS locais, e não para a infraestrutura térmica do Médio Oriente.
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Se é um instalador ou promotor na Europa, a manchete sobre o enorme negócio de 2,3 GW da ACWA Power na Arábia Saudita é, para ser direto, ruído de fundo. Embora as newsletters do setor adorem agregar negócios de milhares de milhões de SAR, este projeto é uma expansão a gás com uma referência à "preparação para a captura de carbono". Não é um projeto solar e não oferece qualquer informação acionável para o seu pipeline do terceiro trimestre.
Eis o sinal real a que deve estar atento:
Enquanto o governo saudita pressiona pela "Vision 2030", os instaladores europeus lutam por licenças de ligação à rede e tentam sobreviver à canibalização dos preços grossistas que ocorre quando demasiada energia solar entra na rede ao meio-dia. Uma central a gás em Meca não resolve a sua escassez de mão de obra na Baviera ou o pesadelo do licenciamento em Itália. Mantenha o foco nos ativos em que pode realmente tocar — ou, melhor ainda, comece a analisar como integrar sistemas de baterias comerciais de 100kW+ no seu próximo projeto. É aí que se esconde o verdadeiro dinheiro este ano.