A Austrália inaugurou a sua primeira unidade de investigação dedicada à reciclagem de módulos solares na UNSW, com lançamento oficial a 21 de abril.
Por que é importante: A responsabilidade pelo desmantelamento está atualmente ausente do ROI dos seus projetos; comece já a incluir a economia circular nos seus contratos de O&M de longo prazo.
O custo oculto no seu próximo contrato EPC
Enquanto a Austrália está apenas a dar os primeiros passos com o seu centro de investigação, o mercado europeu já enfrenta a pressão da Diretiva REEE. Se ainda está a orçamentar projetos C&I na Alemanha ou em Itália sem contabilizar o desmantelamento de módulos em fim de vida, está a preparar o seu negócio para um desastre no balanço financeiro em 2040.
A maioria dos instaladores trata a reciclagem como um 'problema futuro'. Isso é um erro. À medida que a UE pressiona para o cumprimento do Plano de Ação para a Economia Circular, o custo de gestão de vidro partido, prata e silício não será uma rubrica que poderá transferir para o cliente — será a sua responsabilidade.
Tome nota de empresas como a ROSI Solar em França. Eles não estão apenas a reciclar; estão a refinar. À medida que a UE estabelece quotas de reciclagem mais rigorosas, a diferença entre as 'taxas de deposição em aterro' e a 'receita de recuperação de materiais' determinará quais os instaladores que sobreviverão à próxima década. Se a sua estratégia é apenas esperar que os módulos durem para sempre, não é um engenheiro — é um jogador.